Coisas Importantes
Signo: Escorpião (Tremei...)
Ascendente: Touro
Lua: Cancer
Vênus: Escorpião
Horóscopo Chinês: Cão
Com essas informações dá até pra saber um pouquinho de mim!!! Ou não... ;-)
O que eu curto fazer:
Viver a vida em sua Essência!
Além disso, gosto de namorar, fotografia, ler, dançar, liberdade, viajar, mergulhar, cozinhar, estudar. Qualquer coisa que me faça sentir prazer em estar viva!
Mande-me uma correspondência
Aviso aos navegantes:
"Não procure saber onde estou se meu jeito te surpreende!" (Kiko Zambianchi)
Recebi o texto pela querida Avalassaladora, e achei que seria legal postar. A semana não está sendo fácil sob diversos aspectos, motivo pelo qual não estou postando. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e tentar manter o ânimo tem me deixado meio que quase esgotada (é... é isso mesmo...)
Mas como se diz por aí, o show não pode parar (inside my heart is breaking / My make - up may be flaking / But my smile still stays on)
E nessa questão de gentileza eu vejo por aí muita coisa da forma como colocada no texto, na escola do meu filho, no prédio onde moro, na padaria, na igreja, no trabalho. Incrível e triste. Isso sem contar na hipocrisia que já vi rolando de gente que arrota sabedoria falando sobre o assunto em rodinhas de amigos, mas tira zero na hora de demonstrar o comportamento! E até a gente acaba cometendo algumas gafes. Vigiai sempre! É o conselho!
Meu filho (É... o Feijãozinho), atualmente com cinco anos, é uma criança bastante comunicativa, não é capaz de sair na rua sem falar com as pessoas, quando passa por alguém fala não deixa de dar "bom dia" ou algum cumprimento parecido, todo simpático e sorridente. Ah, mas se a pessoa não responde, ele se vira para quem está com ele e fala, entre o bravo e decepcionado, "mas que absurdo, ele(a) não me deu bom dia de volta!". Mas como boa criança que é, nunca fala baixinho, né?! :-)
Então chega de "escreveção", e vamos ao texto...
A mais subestimada das virtudes humanas faz muita falta no mundo. Por ELIANE BRUM
Vivo num prédio em que boa parte das pessoas não dá bom dia. Nem mesmo um grunhido. Nada. Fora o resto. Na semana passada, abrimos o porta-malas do carro para retirar as compras do supermercado, bem ao lado do elevador. Duas mulheres puxaram a porta antes que conseguíssemos alcançá-la, para não ter de dividir o elevador. Puxaram a porta, porque se ela tivesse fechado naturalmente teria dado tempo
de entrarmos. Dá para acreditar? Claro que dá. Volta e meia cruzo no pátio, indo ou vindo, com gente que vai ou vem – e abaixa rapidamente
a cabeça para não cruzar os olhos e, então, ser obrigada a me cumprimentar. Essas pessoas não me conhecem, nem sabem se sou bacana
ou chata, logo, não é pessoal. Até o zelador, cujas atribuições incluem dar bom dia, só cumprimenta quando está de bom-humor.
Então, aconteceu.
Aquele vizinho, em especial, me irritava muito, porque ignorava solenemente meus sonoros bom-dia e boa-noite. Ele simplesmente passava por mim – e por todo mundo – numa marcha militar, olhos fixos em alguma movimentação de tropas no campo adversário. Eu voltava da minha
aula de pilates, na manhã de quarta-feira, toda alongada e saltitante, quando o vi avançando em passadas largas na minha direção. “Bom dia!”, eu disse. Nada. Grilos. Cri, cri, cri.
Aquilo me irritou muito. Mas muito mesmo. Não pensei. Simplesmente me virei, marchei mais rápido do que ele, postei-me na sua frente e gritei: “Bom dia! É importante dar bom dia para as pessoas!”. Ele ficou totalmente desconcertado. E o resto eu não vi, porque marchei direto para o elevador, num passo tão marcial como o dele.
Foi uma cena totalmente absurda. Eu fui absurda. Até é possível reivindicar boa educação – embora seja cada vez mais difícil. Mas é impossível exigir gentileza. E não é nada gentil obrigar alguém a ser gentil. Eu fui o oposto de gentil gritando diante do homem que ele deveria ser gentil.
Mas o episódio serviu para que eu pensasse nessa virtude tão subestimada em nosso mundo. Gentileza parece algo menor, descartável. Em alguns casos, até meio otário. Ou fora de moda. Até para escrever essa coluna me pareceu prosaico demais. Pensei: vão achar que estou sem assunto. Então, decidi correr o risco de soar piegas.
“Gentileza gera gentileza”, o título da coluna, foi tomado emprestado dele, o próprio Gentileza. Se você não o conhece, vá atrás de sua história. Garanto, vai ganhar o dia. Eu mesma, na minha ignorância, só sabia que Gentileza havia sido um poeta das ruas que escrevia pelas pilastras do Rio de Janeiro, um pouco maluco, meio folclórico, um tanto extraordinário. E que um dia foi tema de uma música de Marisa Monte. Era bem mais do que isso, descobri. Gentileza foi um grande homem, com um grande legado e uma grande vida.
Passou a maior parte dela pregando a gentileza como um modo de existir. Depois que morreu, em 1996, velhinho, aos 79 anos, a Companhia de Limpeza Urbana do Rio cobriu seus escritos nas pilastras do viaduto do Caju com tinta cinza. Não podia ser mais simbólico. O apagamento de Gentileza gerou um movimento de reação chamado “Rio com gentileza”, que resgatou o livro urbano de Gentileza e propõe a gentileza como uma forma de estar no mundo. Comecei a pesquisar sobre o Gentileza na internet e de cara entrei no site do movimento. Depois de uma delícia de passeio por lá, saí com vontade de propor o movimento Brasil com gentileza para o meu vizinho.
É sério. Parece pouco. É muito. Faz uma enorme diferença. Quando somos maltratados em algum lugar, por alguém, isso já envenena o nosso dia. E desencadeia reações desencontradas em cadeia. Por outro lado, às vezes nem percebemos, mas a beleza de outro dia, nosso suspeito bom-humor num dia comum, começou lá atrás, quando alguém teve um gesto gentil, nos acolheu com simpatia, nos tratou bem. Seja nosso chefe, o motorista do ônibus, o balconista da padaria. Faz bem para a vida ser tratado com gentileza. E um gesto gentil também desencadeia reações similares em cadeia. Gentileza, o profeta, tinha toda a razão quando respondia aos que o chamavam de maluco: Maluco pra te amar, louco pra te salvar”.
Gosto muito de observar as pessoas, os enredos. Percebo que grandes desencontros são desencadeados por um detalhe muito pequeno. É como aquelas cenas de animação, em que o personagem tira uma pedrinha do lugar e causa uma avalanche. Você já deve ter visto em alguma reunião de empresa ou mesmo dentro de casa ou numa repartição pública. Alguém fala algo sem nenhuma gentileza, que poderia ser dito de um jeito muito mais cuidadoso. O destinatário daquela mensagem recebe como agressão e retruca um tom acima. Daí em diante, já era. Não acaba em nada de bom.
Se cada um de nós fizer uma reconstituição mental do nosso dia, hoje mesmo, vai perceber que o pior dele foi causado porque não foram gentis conosco nem fomos gentis com os outros. Desde o bom dia que faltou, o por favor que não foi dito, a buzina desnecessária no trânsito, a cara fechada, o sorriso que economizamos, a ajuda que poderíamos ter dado e não demos, ou ainda a que não recebemos, o elogio que não veio, a crítica que deveria ter sido feita para somar, mas foi programada para massacrar, o veneno que escorreu da nossa boca e da dos outros. Uma soma de pequenos e desnecessários gastos de energia que só serviram para nos intoxicar.
Gentileza é o exercício cotidiano de vestir a pele do outro. É cuidar não de alguém, mas de qualquer um. Mesmo que ele não seja nosso parente, mesmo que seja um estranho. Cuidar por nada. Sem precisar de motivo. Cuidar por cuidar.
Por que algo tão essencial se tornou supérfluo? Porque gentileza não se consome, talvez. Não tem valor monetário. Não se ganha nada de material com ela. Também não custa nada.
Esta, em parte, é a insubordinação contida na arte de Gentileza, o poeta das ruas. Ele, que nunca aceitou um centavo pela sua gentileza. Dizia: “Cobrou é traidor – o padre tá esmolando, o pastor tá pastando e o papa tá papando, papão do capeta capital”.
O resgate desta gratuidade, de algo que é dado sem esperar nada em troca, é o que faz nosso mundo estremecer. Como o que Gentileza deu à cidade do Rio de Janeiro: não apenas seus escritos, mas seu existir. Sua estética era sua ética, ele as continha ambas no seu viver.
Era grande o que ele gerava nas vizinhanças do Caju, ao dar algo que ninguém pediu – sem querer ganhar nada com isso. Nos últimos tempos só acenando sorridente ao lado de sua obra física. Suavemente ele punha abaixo a lógica do mundo. Só sendo. E ser era tão subversivo que, na época da ditadura, chegaram a achar que Gentileza era comunista. Teve de dar explicações às autoridades sobre as iniciais PC do estandarte que então carregava pelas ruas: não, não, PC não era Partido Comunista, mas Pai Criador.
Hoje, tratar mal as pessoas, marchar pelos corredores, fechar a cara, não dar bom dia e dizer coisas duras sem nenhum cuidado parece ser um atributo dos poderosos. Quase uma virtude. Ao conhecer alguns CEOs por aí, fico imaginando se no currículo deles está escrito: “Há 20 anos grita com quem está abaixo dele na hierarquia”. Ou: “Tem PhD por Harvard em humilhação dos subordinados”. Ou ainda: “Massacra os
funcionários em inglês fluente, mas se for necessário pode xingar também em francês e mandarim”.
O conjunto de características que costuma cercar o poder é imediatamente incorporado pelos subordinados. Nessa lógica, há sempre alguém mais ferrado que podemos maltratar, a quem não precisamos beneficiar não com a nossa gentileza, porque gentileza não tem nada a ver com isso, mas a quem não precisamos beneficiar com a nossa bajulação. Canso de ver motoboys ser maltratados por recepcionistas de empresas chiques, enquanto me tratam bem porque numa rápida avaliação da minha roupa acreditam que talvez, quem sabe, posso ser alguém importante. Canso também de ser gentil e, por isso, ser tratada com rispidez, porque confundem minha gentileza com fraqueza. Recuso-me a
embarcar nessa lógica que me obrigaria a falar alto e exalar arrogância para ser tratada com deferência. Prefiro falar com delicadeza e exalar apenas o meu perfume. Acho que ser gentil não é nada prosaico, é um ato de resistência diante de uma vida determinada por valores calculáveis: só faço tal coisa se ganhar algo em troca, seja dinheiro ou um dos muitos pequenos poderes ou um ponto a mais com quem manda. A gentileza vira essa lógica do avesso: sou gentil sem esperar nada em troca. Sou gentil porque sou. Não porque tenho ou porque quero. Apenas sou. E, como sabemos, o ter – o consumir desenfreado – é aquele que vai tentar preencher o buraco aberto pela impossibilidade do ser.
Numa de suas internações porque alguém decidiu que ele era louco, Gentileza passava os dias com os outros internos ao redor, pregando
sua gentileza. Até que um psiquiatra teria dito: “Gentileza, você veio aqui para nós te curarmos ou para você nos curar?”. Alguém que, como
ele, havia se desfeito de todo o patrimônio para pregar a gentileza só poderia mesmo ser considerado louco nesse mundo. Mas, ainda bem, havia um médico que também era um pouco doido para devolver Gentileza às ruas.
Dia desses flagrei-me sendo indelicada com a moça do telemarketing. Me senti muito mal. É chato, todo mundo sabe. Ela também acha chato,
tenho certeza, ter de falar como um robô horas a fio, dia após dia. É bem pior para ela do que para mim. Desde então, tenho me esforçado.
Pouco antes de começar a escrever esse texto peguei a mim mesma respondendo secamente a uma assessora de imprensa que ligou, errando o meu nome (Elaine Blum) e perguntando se eu trabalhava com um tema que não tem nada a ver com o que faço. É verdade que não é legal errar o nome e a área das pessoas para quem queremos dar uma informação, mas também é óbvio que ela preferia acertar. Às vezes até nos convencemos que temos razão de sermos incivilizados, mas não temos. Se tínhamos alguma, a perdemos no momento em que agimos mal. E sempre há um jeito de dizer, mesmo coisas muito duras, sem arrasar quem nos escuta.
Tenho uma grande amiga que se apaixonou por um homem numa festa. Foi um dos poucos casos de amor ao primeiro gesto que testemunhei. Ela derrubou comida na roupa e ele imediatamente pegou um guardanapo para ajudá-la a se limpar. Logo depois, a encontrei no banheiro e ela me pegou pelo braço: “Vou casar com aquele cara”. E eu, chocada diante de alguém que era famosa por ser avessa a casamento: “Como assim?” E ela: “Ele é gentil”. Ele era – e é – um homem incrivelmente gentil. Estão juntos há sete anos, e o deles é um dos casamentos mais felizes que conheço. Minha amiga, que tinha alguns cantos bem abruptos, ganhou contornos mais arredondados: descobriu que também havia uma mulher gentil morando dentro dela.
Gentileza não é mesmo algo que temos, é mais algo que somos. E que nos tornamos. Talvez o verdadeiro poder esteja naquele que pode dar sem esperar nada em troca. Como Gentileza.
Assim como inventaram um dia sem carro, acho que podíamos criar um dia com gentileza. Não precisa ser uma campanha de massa, basta uma decisão interna, silenciosa, de cada um. Só para experimentar. Um dia só tentando ser gentil. Engolindo a palavra ríspida, calando a fofoca ainda no esôfago, olhando de verdade para as pessoas, escutando o que o outro tem a dizer, mesmo que não nos pareça tão interessante,sorrindo um pouco mais.
Pequenos gestos. Segurar o elevador, dar oi e dar tchau, não se atravessar na frente de ninguém nem sair correndo para ser o primeiro, ter paciência em vez de se irritar, elogiar um pouco mais, deixar passar o que não foi tão legal, mas também não foi tão grave e, quando a crítica for imprescindível, abusar da delicadeza. Um dia só, mesmo que seja apenas para experimentar algo diferente.
Quem sabe o que pode acontecer?
ELIANE BRUM é repórter especial de ÉPOCA, integra a equipe da revista desde 2000. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de Jornalismo. É autora de A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E tenho dito! Uma bela quinta ensolarada (aqui meio nublada agora a tarde!) pra vocês!
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
14:46
Estou devendo um post sobre as comemorações do Natalício... Desculpa Avassaladora! Vou postar! Mesmo porque tem uma estória ótima do Renato Assessor do Ministro! Ah sim! Mais umas daquelas que somente acontece com esta pobre Milady que atrai loucos da pior espécie... Ou pelo menos alguns que garantem umas boas risadas por aqui em relação ao que anda acontecendo na night, e como todo mundo (ou pelo menos a maior parte) anda absolutamente despreparado (ou desesperado, sei lá?!) nas artimanhas da sedução.
Mas o fato é que a semana passada voltei à labuta, e a coisa estava meio sinistra! Como eu também me entreguei de corpo e alma às comemorações, digamos que três dias dormindo pouquíssimo me deixaram um pouco esgotada.
E pra terminar, eu já não vinha de dias muito "católicos" (digamos assim), descobri o porquê nesse final de semana, e fiquei blé, mais ainda do que eu já estava! Então acho que ninguém merece uma Milady neste estado, resolvi fazer este post informativo que ainda voltarei essa semana para contar as novidades. Aguardem-me! Não desistam de mim! :-)
Então, achei esse negocinho num blog muito do legal, de um sujeito massa que acompanho no Twitter, e resolvi postar aqui, chupado descaradamente!
Arrancado do Blog Um Passinho a Frente, faz favor do genial Eden Wiedemann (que vc pode acompanhar no Twitter também se quiser... @e_d_e_n. Aliás, por lá tem uns outros vídeos da Disney muito legais também, vale a pena conferir.
Chato é que no estado que estou, claro que a babaca aqui chorou, né?! Nem comenta, vai! Mata logo o Patinho!
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
20:54
Pois bem, batendo na trave da idade da Loba! Comemorando mais um aniversário! Como Deus manda e o diabo gosta!
O dia amanheceu daqueles!!! Lindo e foi meu último dia de férias! Amanhã volto ao batente!
A comemoração foi deixada para amanhã para juntar com outra escorpiana de respeito! :-) Ela faz aniversário na quarta-feira, então ficou democrático! Nem lá, nem cá! No meio! :-)
Olha que barato o que o Meu Querido Poeta me mandou de presente!!!!!
Viva Disney! Happy Birthday for me!!! Vem comemorar comigo! Vai um brigadeiro aí? ;-)
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
21:53
Hoje amanheceu um dia maravilhoso aqui em Brasília, daqueles que se torna impossível ficar dentro de casa. Então não fiquei! Quente, mas não assustadoramente, céu azul, poucas nuvens, sinal que agora a tarde deve chover, como acontece normalmente nessa época do ano por essas paragens. Dia verdadeiramente lindo! Daqueles que a gente respira e fica feliz por estar vivo! Sabe aquela sensação como se você fosse capaz de sentir alegria e tranqüilidade entrando por cada poro do seu corpo???
Minha manhã foi muito gostosa! Cada minuto dela! Um presente dos céus!
Voltando para casa, vinha ouvindo Beautiful Day do U2, que, óbvio, não podia faltar num dia como esse... E meus pensamentos mais uma vez se dirigiram para você, como de costume ocorre em alguns determinados momentos do dia, mas muito especificamente sobre nossa conversa de ontem no MSN, sobre minhas cartas, sobre Alanis Morissette, sobre seu momento. E três frases, apenas três frases, da música fizeram um sentido tão grande nesse momento:
What you don't have you don't need it now
Nem precisa se alongar muito sobre o amplo significado dessa frase, certo? Em minhas cartas acho que estou mais é tentando me convencer disso... Eu não preciso, eu não quero, então vamos aproveitar o belo dia que aí se apresenta, não vamos deixá-lo fugir, certo?! Afinal, a vida é tão fugaz. E como conseqüência, as outras frases foram...
Touch me, take me to that other place
Teach me, I know I'm not a hopeless case
Definitivamente, não sou (ou não somos) um hopeless case!!!
Então, de certa forma, o dia veio como um aviso, que novos dias sempre virão, belos, renovados, para mim, para você, para todos, e justamente numa sexta-feira 13. O que poderia para muitos ser prenúncio de má sorte, eu vejo com bom presságio, bons ventos, portais que se abrem, novas oportunidades. Mesmo com partes aqui e ali avariadas, arrancadas, exorcizadas, um novo e belo dia nascerá!
Assim, Meu Querido Poeta, de tantas cartas que escrevi nesses últimos sete dias, esta foi a única que realmente mereceu a devida publicidade e com ela deixo o meu sempre eterno agradecimento pelo carinho, por sempre conseguir me levar para “aquele outro lugar” ao tocar meu coração tão profundamente em cada colóquio eletrônico, pelos ensinamentos, pela paciência.
E saiba que daqui nunca faltará!
Com muito amor,
Milady
P.S.: UPDATE - Eu disse que provavelmente choveria... Ledo engano meu... O dia continuou maravilhoso... Por volta das cinco e pouco da tarde a luminosidade aqui nas terras do Planalto Central era qualquer coisa de louco! Dessas de inspirar a mais deprimida das criaturas. Então, Meu Querido Poeta, foi efetivamente um Beautiful Day com tudo que se tem direito! Um daqueles maravilhosos mesmo! Perfeito!
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
15:02
Dois amantes ditosos fazem um só pão,
uma só gota de lua na erva,
deixam andando duas sombras que se reúnem,
deixam um só sol vazio numa cama.
De todas as verdades escolheram o dia:
não se ataram com fios senão com um aroma,
e não despedaçaram a paz nem as palavras.
A ventura é uma torre transparente.
O ar, o vinho vão com os dois amantes,
a noite lhes oferta suas ditosas pétalas,
têm direito a todos os cravos.
Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem muitas vezes enquanto vivem,
têm da natureza a eternidade.
** Escolhido ao acaso em Cem Sonetos de Amor, da L&PM Pocket, que ganhei tem uns tempos...
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
11:48
Demorou mas postei... Ainda estou de férias! Então, tenho lá minhas desculpas para ficar um pouco mais distante do computador, certo?! Certíssimo! :-)
Acho que acabarei fazendo deste assunto uma coluna aqui no Essence pois definitivamente isto dá panos pra manga... E como! Inicialmente, guardei a cantada da sexta para contar separadamente, pois essa certamente ganhará o troféu Awwwwwwwwwnnnn do mês... Pelo menos o Renato em questão foi um tico mais criativo que os outros, e o approach até um pouco mais educado, apesar da cantada ter sido inefetiva...
Bom, inicialmente uma questão que não sei se já fiz o esclarecimento, acho que já, mas é sempre bom repetir, Renato é o termo genérico utilizado para qualquer sujeito que aparece na night, e isso começou por conta da Amélia que tem uma certa dificuldade de guardar o nome dos "Renatos" então no final da noite todos acabam se chamando "Renato". E o mais engraçado é que a primeira vez que aconteceu, ela insistiu que o sujeito se chamava Renato. Foi num show na AABB... acho que até contei aqui... a partir daí... Renatos...
Então, estávamos saindo do show, ainda com chuva, e o rapaz em questão se aproxima e me pergunta se eu já estava acompanhada, eu falei que estava com minha amiga, ao que ele falou com um sorriso bonito, entre o tímido (acho que foi isso que acabou me deixando com a impressão de ser uma cantadinha mais bonitinha que as outras) e o meio safadinho, que eu era muito linda e que na verdade estava perguntando se eu já tinha uma companhia que poderia fazer a minha noite um pouco mais feliz. Confesso que fiquei surpresa, mas sorri e disse a ele um muito obrigada, mas que já tinha alguém que me fazia feliz (mesmo não sendo necessariamente verdade!), e segui meu caminho em direção à chuva que ainda insistia em cair, e que em alguns segundos iria transformar a minha voz em quase nada... Inefetiva, mas pelo menos não ganhou um post ácido aqui no Essence, recebendo o troféu Awwwwwwwwnnnn. Inclusive saímos comentando que finalmente apareceu um que não era chato ou grosso, e com uma cantadinha um mínimo diferente... Meio piegas, fato! Mas diferente!
Mas é claro que o findi não podia ficar sem a caca, né?! Imaginem só?! Aí ficaria eu sem ter o que contar...
Sábado como falei, eu acordei mal! Muito mal!!! Minha voz, que voz? Fui fazer minhas coisas, como sempre, voltei pra casa e lá fiquei. Internadinha. Meu irmão tocaria mais tarde num boteco longe pacas, e eu já havia prometido que iria, e de mais a mais desde o início do ano que ele não tocava, então, já fazia um tempo que não o via em ação. E realmente gosto de acompanhá-lo nessas coisas. Sou a maior tiete mesmo! E o cara toca pacas, oras, tem mais é que ir prestigiar!
Muito bem, cheguei lá até relativamente cedo, pois como não sabia muito bem onde era preferi sair com tempo de casa. Meu irmão já estava lá com os amigos, um em particular. Falei com todos e como estavam conversando sobre algo relativo a instrumentos do show, sentei-me na mesinha ao lado e ali fiquei, até que acabassem. Depois meu irmão falou comigo e deu-se a movimentação, uns saíram da mesa, inclusive o protagonista do fato! :-) Meu irmão ficou por ali conversando comigo, e saiu um pouco também. Eu como já não estava lá muito legal, optei mesmo por ficar ali na mesa, mesmo que ficasse sozinha, minha companhia me é muito agradável e em tempos de internet no celular, dá pra se virar que é uma beleza... :-)
Dali a pouco, meu irmão volta e numa cara meio risonha me conta que o protagonista havia lhe perguntado se ele havia me convidado só por causa dele. ABRE PARÊNTESIS - Sim, há cerca de 15 dias houve um contato imediato de primeiro (só primeiro!!!!) grau entre nós - FECHA PARÊNTESIS Eu juro, gente que eu arregalei os olhos pro meu irmão e perguntei o que ele respondeu. Ele disse que óbvio que não!!! Que justamente é uma coisa que sempre faço! E eu ainda completei dizendo que eu nem sabia que a criatura em questão estaria lá!!!! E que aliás, isso era a coisa mais ridícula que eu já havia escutado nos últimos tempos vinda de um "homem"!!! Meu, fala sério... Que pretensão!!!! Aliás, antes dos contatos imediatos ouvi algo como eu não estar brincando com um garoto e sim com um homem... Depois do show fui embora porque precisava de cama, e ele ainda me olhou com aquela expressão meio assim e falou "já vai????" e eu respondi que sim, pois não estava legal, garganta, coisa e tal, chuva nas costas no show da noite passada, costas nuas, bla bla bla (tudo bem, nessa hora eu tinha que dar uma sacaneadinha, vai?!), e só tinha ido porque havia prometido para meu irmão, dei dois beijinhos nele e tchau pro outro sujeito que conversava com ele, e saí toda altiva como sempre, linda, loura e japonesa, deixando no ar aquele negócio do Agora dançou, amigo... ;-)
Depois dessa, os acontecimentos só me provaram que o Leoni sabia bem o que estava escrevendo há tempos (devidamente tuitado no dia... ah... as maravilhas do imediatismo da internet no telefone!)
Garotos como eu sempre tão espertos, perto de uma mulher são só garotos!
Enfim, ficou assim o final de semana... 1 x 1! :-)
E a minha conclusão? Renato é Renato e Mané é Mané, mas de vez em quando eles bem que se misturam!!!!!! :-p
Ah, uma coisa que não tem nada a ver com o assunto mas eu não podia deixar de registrar: hoje eu vi uma das coisas mais feia em termos de veículos automotores: Eu sempre achei o Picanto um carro horroroso (aliás tem um similar na Fiat que é tão feio quanto), dependendo da cor pode ficar menos pior. Mas hoje, definitivamente vi um que me saltou aos olhos. Gente que coisa feia que é o Picanto Amarelo!!!! Irca!! A KIA devia ter pensado melhor antes de ter colocado no mercado...
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
01:22
Muito bem amigos da Rede Loba!!!! Essa foi uma sexta-feira daquelas! Começou bem e terminou melhor ainda! Tudo bem que algumas sequelas ainda ficaram e devem permanecer ainda durante a semana, mas definitivamente valeu a pena!!!
Logo pela manhã, após deixar o pequeno na casa dos meus pais (ele não foi à escola pois no dia anterior uma certa função metabólica estava meio esquisita, então preferi deixá-lo para observação), fui com um amigo para a Feira dos Importados para duas missões: trocar o som do carro, e enquanto isso era feito, fazer o desbloqueio do PS2!
Já de algum tempo queria colocar um outro som no carro pois o meu era antigo, e se eu quisesse ouvir um MP3, só mesmo com o ITrip plugado no IPod, ou seja, via rádio. Então, semana passada, conversando com esse meu amigo enquanto procurava um presente pro meu pai na Cê Tê I Esse :-) (Esse negócio de ter mudado pra Cê Tis ficou horrível, tanto quanto a mudança das cores...), comentei que estava querendo trocar meu som, porque também qeria usar as músicas que havia colocado no IPhone, e quando colocava o ITrip, ele entrava em modo avião e aí eu não recebia ligações, e coisa e tal. Ele me disse que conhecia um sujeito na feira e que se eu quissesse ele veria algo por lá e me diria o preço, perguntou o quanto eu estaria disposta a gastar. E o resultado foi a instalação de um lindo Pioneer no painel do meu possante...
Enquanto isso, ainda conseguimos o desbloqueio do PS2 por um super preço. Apesar de ter um certo risco porque a série do aparelho era logo das iniciais, e foi a que mais deu problemas para se fazer isso, resolvi fazer já que se não desbloqueasse a coisa ia ficar parada mesmo, pois o preço dos jogos não baixa de jeito nenhum... Melhor assumir e mandar ver. Um Pai Nosso, uma Ave Maria e seja o que Deus quiser. Nesse meio tempo fcamos andando na Feira para ver se achávamos um tocador de DVD portátil por um bom preço para comprar para o chefe dele. E olha como andamos... :-)
Final da manhã todas as missões foram cumpridas a contento! Inclusive o PS2 que está perfeito! Comprei 4 joguinhos, três da Lego pro pequeno jogar comigo! Agora quero comprar os tapetes de Dance Dance pra mim e quem sabe me entregar também à moda Guitar Hero... hehehehe Ainda deu de passar na Tend Tudo pra comprar outro chuveiro elétrico para substituir o de um dos banheiros que não está dando certo de jeito nenhum!
A esse meu amigo muito querido, só tenho que agradecer imensamente pela companhia, pelas horas agradabilíssimas, pelas negociações que me trouxeram enormes benefícios, pela disposição. Ainda vou lhe comprar uma caixa de chocolate, possivelmente não exatamente aquele que ele gostaria, mas ainda assim, compensador! :-)
A tarde foi pra levar o pequeno no Burguer King, que ele já queria ter ido na Quinta, mas como ele não estava lá muito legal, e eu estava suada, mulambenta, e de roupa de ginástica, porque tinha ido pra esgrima, preferi convencê-lo a adiar. Depois de muita conversa, ele aceitou os planos. Mas ele acordou de manhã falando nisso e passou o dia inteiro nessa ladainha. Chegada a hora fomos lá. Depois do BK, ele queria ir no Papai Noel, mas aí já era hora de voltar pra casa pois o pai ia pegá-lo para o final de semana e o trânsito em mais uns cinco ou 10 minutos estaria impraticável. e depois de alguma negociação assim foi feito!
Depois, Esgrima!
E para finalizar, show na Arena, pois teríamos Punk Rock dos bons... Exploited!!!! O que me rendeu ficar sem voz, pois se eu já trazia de terça um início de resfriado, ontem depois de tomar friagem, e alguma chuva, eu já cheguei em casa sem voz! O show foi de arrebentar!!! Isso sem contar as figuras estranhas que estavam pelo local. E a madame aqui toda patricinha, porque o plano inicial era ir para a Funfarra! Não fomo porque ao passar por lá as onze a coisa estava muito morta. Decidimos que íamos ver qual era a da Arena e se não estivesse legal por lá voltaríamos... :-) Bom, nem precisa falar, né?! hehehehe
Então, pra deixar registrado o momento, fica aí...
Crazy, Crazy Nights - Kiss
People try to take my soul away, but I don't hear the rap that they all say
They try to tell us we don't belong, that's alright, we're millions strong
This is my music, it makes me proud, these are my people and this is my crowd
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
Sometimes days are so hard to survive, a million ways to bury you alive
The sun goes down like a bad bad dream
You're wound up tight, gotta let off steam
They say they can break you again and again, if life is a radio, turn up to ten
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
And they try to tell us that we don't belong
But that's alright, we're millions strong
You are my people, you are my crowd, this is our music, we love it loud
Yeah, and nobody's gonna change me, 'cos that's who I am
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
These are crazy, crazy, crazy, crazy nights
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
18:24
† Notícias do fim de semana: A sexta-feira não saiu exatamente como planejada. Coisas aconteceram e minha companheira não pode sair. Mas eu não estava com vontade de ficar amarrando o burro em casa, ainda mais que havia acertado babá para a noite. Saí, liguei pro irmão que estava num boteco pé sujo perto do estúdio dele. E lá vou eu, Linda, Loura e Japonesa! Obviamente não e trajes para boteco pé sujo, mas enfim, eu já estava na rua...
† De lá, passado algum tempo, após uma alforria (viu como minha cara de santa de irmã mais nova que cuida do irmão dá certo? ;-) hehehe).Fomos parar no Segundo clichê onde tomei uma caipiroska de polpa de morango e confesso que nunca bebi nada tão rui na minha vida (tá mentira, até provei, mas aquilo estava horrível mesmo... E depois engrenei para uma Gabriela para finalizar.
† Lá pelas duas da manhã, terminou o expediente e fomos ver o que fazer no terceiro tempo, com o terceiro elemento, o Renato (este Renato mesmo, não Renato genérico)... Nesses termos só nos restaria mesmo o Área 51, uma sinuca muito louca com ares de outro mundo mesmo, cheia de alienígenas de todos os planetas... Lá vc encontra um pouco de tudo... Saca cena de Guerra nas Estrelas? É mais ou menos a mesma coisa... hehehehe E lá ficamos até sermos varridos pra fora praticamente de manhã... Meu irmão e eu fomos tomar café da manhã as sete horas na padaria perto do estúdio dele (que é maravilhosa, diga-se de passagem!) onde havíamos deixado o carro dele inicialmente.
† Enfim, foi noite sem Funfarra, sem Amélia, mas deu pra compensar na medida! :-)
† Sábado foi dia de ficar com o Feijãozinho! E dos cuidados pessoais de sempre, claro!
† Domingo foi a comemoração do aniversário do Papys, então teve almoço na casa de Mamys e Papys que foi divino! Um senhor bacalhau, lasanha, bife a milanesa e as outras coisinhas... Yummiiii!!!! Deu até fome só de pensar... Foi só família mais próxima mesmo, direito a Champagne sabrada, dessa vez pelo irmão (a primeira vez a gente nunca esquece!), bolo e outras sobremesas. Foi super gostoso. Mais tarde foi hora de deixar o pequeno pro irmão e cunhadinha cuidarem, pois....
† SHOW DO M-O-N-O-B-L-O-C-O!!!!! Quem acompanha esse blog de algum tempo ou já me conhece, sabe que eu não deixo de ir a nenhum show deles por aqui!!! É super alto astral! E sempre cheio! Dessa vez abriu com uma banda local a Salve Jorge, que foi altamente dançante, e ainda teve de brinde depois showzinho do Mr. Babão, uma figuraça que toca um pouco de tudo, com mais ênfase no axé (umas das antigas mesmo!!! ÊÊÊÊÊÊ Faraó!!! uia!) e que no palco é muito comédia, a começar por sua figura!
† Amélia e eu dançamos do início ao fim! Óbvio! Até cinco da manhã! Delícia total e completa!
† Segunda-feira, então, foi dedicada ao descanso, mas nem tanto, pois as nove eu já estava acordada (sim, eu durmo pouco!!!), ao Feijãozinho, e mais ao final do dia, a um convite muito especial que recebi para conhecer o ninho de amor de um casal muito querido amigo meu que dedidiram ir morar juntos! A noite foi altamente divertida, falamos muita besteira, regada a quase uma garrafa inteira de vodca (com alguns comentários tuitados por sinal), rimos muito, e de quebra ainda vimos CQC (que confesso ainda não tinha visto um programa inteiro!!!). Nem queiram pensar no estado que voltei pra casa... hehehehe A sorte é que moro bem pertinho, então o trajeto é bem curto e sem possibilidade de nenhuma Operação Álcool Zero me pegar... UFA!!! Aliás, preciso anotar que vodca com suco de laranja e gengibre é tuuuuuuuuudo di bom!!!!! Super Hi-fi ardidinho... Ui delícia!!!!
† E agora preciso dizer que estou num momento altamente brega... Pois nessas horas somente o bom e velho Rei Roberto "hehehe são tantas emoções" Carlos salva para a trilha sonora! Voltei para meu esporte favorito! Depois de ver sobre o Campeonato Brasileiro aqui em Brasília... Não deu outra... Já havia um tempo que precisava voltar às atividades físicas... Entonces... lá vai na caixa...
O Portão - Roberto Carlos (Depois tem que ser adaptada para o Galpão... hehehehe)
Eu cheguei em frente ao portão,
meu cachorro me sorriu latindo
Minhas malas coloquei no chão, (Na verdade, meu "saquinho d´armas!)
eu voltei
Tudo estava igual como era antes,
quase nada se modificou
Acho que só eu mesmo mudei,
e voltei ...
Eu voltei,
agora pra ficar,
porque aqui,
aqui é o meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei,
eu voltei ...
Fui abrindo a porta devagar,
mas deixei a luz entrar primeiro
Todo meu passado iluminei,
e entrei ...
Meu retrato ainda na parede,
meio amarelado pelo tempo
Como a perguntar por onde andei
e eu falei ...
Onde andei não deu para ficar,
porque aqui,
aqui é o meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei,
eu voltei ....
Sem saber depois de tanto tempo
se havia alguém a minha espera
Passos indecisos caminhei
e parei
Quando vi que dois braços abertos,
me abraçaram como antigamente
Tanto quis dizer e não falei
e chorei ....
Eu voltei,
agora pra ficar
porque aqui,
aqui é o meu lugar
Sussurrado em seu ouvido por
Milady, La Comtesse de Winter às
23:55